Carlos é dono de uma pequena empresa de serviços.
Nada gigantesco. Equipe enxuta, rotina organizada e uma máquina essencial para a operação diária.
Era “só uma máquina”.
Mas sem ela, o trabalho simplesmente não acontecia.
Um dia, durante o uso normal, houve uma falha elétrica.
A máquina parou.
No começo, parecia algo simples.
Mas o conserto era caro e o prazo de reposição ainda maior.
O problema não foi só o equipamento parado.
Foi a produção interrompida, prazos comprometidos e clientes esperando.
Foi ali que Carlos percebeu algo importante:
não era sobre o valor da máquina.
Era sobre o impacto dela no negócio.
Muitas empresas só pensam em seguro para carro ou estrutura física.
Mas esquecem que, muitas vezes, o que realmente mantém a operação funcionando são os equipamentos.
Seguro para máquinas e equipamentos não é exagero.
É continuidade.
Na Ágil, a conversa começa entendendo a operação.
O que é essencial?
O que não pode parar?
Qual seria o impacto se isso ficasse indisponível por alguns dias?
Porque proteger o equipamento é, na prática, proteger o funcionamento do negócio.
Se você tem máquinas ou equipamentos que são essenciais para sua operação, vale uma conversa para entender se eles estão protegidos da forma adequada.
A Ágil pode orientar com base na sua realidade.